Nestes meus 24 anos de caminhada (pedestre “ferrado”), e o meio de
locomoção mais ágil e acessível é ônibus (Não tanto com este preço da passagem), mas notei certas configurações que me chamaram a atenção. Que por mais corriqueiro e estampado nas nossas faces, não percebemos.
Em certo dia sem sono, por dormir de mais no transito e porra nenhuma pra fazer. Acabei reparando.
De inicio deixo uma solução a quem queira. Claro!
Não fale mal dos semelhantes, pois “vc” um dia fará a mesma coisa. Principalmente aqueles que freqüentam os coletivos todos os dias. Meu pai sempre me dizia: – “O macaco cuida do rabo dos outros e deixa o dele”.
Então com essa frase linda, que meu pai me dizia. Vamos à rotina!
Falaremos então de partes do “coletivo”, e de introdutório a bendita passagem o valor. Pelo amor de Deus! Que absurdo.
“R$ 2,50 não dá!” vejo muitos cartazes pela cidade, mas só isso. Queira conhecer quem é o “bem quisto” que faz os cálculos da tarifa. Não deve pegar ônibus, no mínimo, ou se fez “baseado” na distancia percorrida. “Não soube bolar”. Que a media de usuários neste transportes. Ida e volta, ao preço da tarifa, conta também a quantidade de ônibus e a quantidade de viagens que cada um faz. Aí tira-se as despesas.
Fazendo as contas… Não sei quanto dá. Prefiro não me chatear e mesmo por que conta não é meu forte. E vamos mesmo ao que interessa que é falar mal dos usuários.
Começando pela frente. A galerinha que senta na frente não tem “vergonha na cara”. Tudo bem é um assento comum, mas a maior parte é para Idoso, Gestante, pessoas com criança de colo e deficientes físicos. Mesmo tendo um adesivo enorme dizendo “se não estiver pessoas nestas condições o uso é livre”. O que não ocorre, pois as pessoas fingem estar dormindo, pra não dar o lugar. Tem sonífero? Se tem, é supositório. Sentou dormiu! Ou então me desculpa. Pois se não ver, é cego!
Ah… Quem diz que tudo na vida é passageiro é por que nunca enfrentou a linha 291. Verá que se tudo na vida é passageiro, “tamo tudo fudido”. A idéia de “coletivo” aqui em Guarulhos se aplica. Nunca vi “buzão” tão cheios como estes.
Moda também se aplica, quem disse que não? A do
momento é atrapalhar. O básico é parar na catraca, e bater papo com o motorista. O avançado é sentar e/ou parar no degrau da porta de saída. Ah… E é claro!
A prova atlética.
Sentar na frente, dar o sinal, atravessar o corredor lotado, não “encochar”, “empurar”, pisar no pé de alguém, e descer a tempo do ônibus, sem que o motorista feche a porta no ponto. Detalhe aqueles que ofendem o motorista é reprovado. Por não ter tamanha habilidade.
Perfil.
Atente-se aos perfis dos usuários.
Baixinhos, idosos, crianças – gostam de sentar no banco mais alto, aquele em cima da roda.
Jovens e maloqueiros – no fundão.
Preguiçosos, gestantes, idosos, deficientes – nos bancos da frente.
Pessoas de meia idade, e moças bonitas – nos bancos no centro do ônibus.
Rapazes sem vergonha – do lado de moças bonitas (não importa se ônibus está vazio).
Chatos e rabugentos – sempre do seu lado (“observação: “sempre puxa papo como:” Será que vai chover?”. Quando está muito transito e/ou quando “vc” esta muito irritado).
Indefinidos – ah… este abrange muita gente. São aquelas pessoas que se tem uma “idade avançada” e você sede o lugar, esta chamando de velho e não aceita, ou se não oferecemos, fala a viagem inteira que os jovens de hoje não tem educação e… também serve para as mulheres, se um homem sede o lugar é por que há interesse (Nem sempre, nunca percebeu se estiver de pé é mais fácil para “encochar?”).
Não sei se estão todos os tipos físicos de usuários (lembrando que deixei de fora os que não aderem ao desodorante, deve ter um motivo pessoal para não usarem!).
Bom se “vc” se enquadra em um destes perfis… PARABÉNS!!!!!!
“Você é brasileiro e não muda nunca”
